My Chicago “Resurrection” Experience

Many of you have been wondering why I missed my ASSA session in Chicago. Here is what happened:

On the Thursday before the conference, I boarded my flight from San Francisco to Chicago.  I had had only a small breakfast and a dark chocolate (consistent with my famous diet) for the entire day. On the plane, I ordered a salad with chicken and then suddenly I started sweating really badly and felt real hot so I decided to go to the lavatory and remove one of my twenty layers that prepared me for the ‘Ice Age’ in Chicago. On the way there, I guess I fell and passed out (I don’t really remember) but I remember trying to get up and two flight attendants holding me and told me to rest because I passed out. Immediately they connected me to the oxygen mask and told me it is a really bad idea to pass out in an airplane because the floor is made of steel with little carpeting and one can really hurt yourself. I responded to them by saying that next time I’ll try to pass out in a safer environment.

Once we landed they announced that all the passengers must clear the aisle and I was wheeled in a wheelchair to an ambulance where they connected me to really impressive machinery and they took me to ‘Resurrection (aptly named) Hospital’. I called my wife Leorah, and informed her about the situation (To be honest, this was the most nervous part of this experience). Then I called Prof. Madhu Khanna to notify her that I wouldn’t make the session.

The next morning I had an MRI and a stress test (that was quite impressive too. It’s not a treadmill but they inject some material that enlarges your arteries) and then after several hours of waiting they told me that I am OK, my heart is good. I had a very low heart rate, perhaps because of my blood pressure medicine and since I lost weight, it may be overworking.

I always worried about high heart rate but if you think about it, low heart rate, (especially if converging to zero) is not good either. Other possibilities included an inner ear infection, so I went to my doctor when I arrived back to Berkeley to gain better understanding. After I told him the whole story and he read the report from the ‘Resurrection Hospital’   he decided I had something called ‘Vasovagal syncope” (http://en.wikipedia.org/wiki/Vasovagal_response) which is a nervous reaction that results in passing out.

Now, what are the causes?

1. Tension and stress

2. I was dehydrated (because of the diet and drinking lots of coffee)

3. Heat (because I was dressed for Chicago and was in the airplane)

This is actually a rather regular condition that occurs especially for people who lose weight, or under pressure; blood pressure drops and when they get up, blood goes to their feet and they fall. So the solution is when you feel dizzy, put your head between your knees and it will be fine. My biggest mistake was getting up when I felt all this pressure rather than leaning my head between my knees and letting the blood rush to my head. Actually the doctor decided that I should not change my medicine and suggested that I drink more water and that if this happens again, to lie on the ground rather than fall to the ground after attempting to stand up.

So I am actually more optimistic about my future than before, I appreciate everyone’s concern and I guess I will continue on writing papers and annoying people, especially in Berkeley, by stating that GMOs make positive contributions and biofuel is not a monstrosity after all.

Thanks to all for your concern,

David

PS: slides of my missed presentation are available to view here: Impact of Biofuels on Food Prices

Article in the Brazilian ‘Jornal da UNICAMP’

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Bionegócio e bionergia: superando as
fronteiras entre setores da economia

No último dia 15, o Instituto de Economia da Unicamp promoveu o seminário Bioenergia: “Alternativas e Avaliação de Impactos no Brasil e nos EUA”.

O Seminário foi organizado para receber os professores David Zilberman, da Universidade de Berkeley, e Madhu Khanna, da Universidade de Illinois, ambos profundamente envolvidos com alguns dos temas mais polêmicos da atualidade: as alternativas energéticas baseadas no poder da fotossíntese – a fotossíntese em tempo real, como fala Eduardo Trigo, renomado economista argentino – em comparação com o uso de combustíveis fósseis e outras fontes alternativas de energia. Os dois atuam no Energy Biosciences Institute (EBI), um instituto financiado pela British Petroleum e localizado nas duas universidades, com um orçamento de US$ 500 milhões para 10 anos de pesquisa, com foco em 2ª geração a partir de gramíneas.

A idéia foi aproveitar a visita para estabelecer um diálogo franco e qualificado com os visitantes. Para tanto, convidamos três dos mais importantes professores na área e fomos felizes em contar com visões distintas e complementares: os professores Luiz Cortez, Arnaldo Walter e Hilton Silveira, os três da Unicamp.

O professor Cortez, da Faculdade de Engenharia Agrícola (Feagri) e da Fapesp, fez um panorama geral da agroindústria canavieira, mostrou dados sobre uso da terra e falou do zoneamento agroclimático da cana-de-açúcar no Brasil, passando a visão clara de que se deve superar a crítica fácil de que haja uma correspondência entre a expansão da bionergia e aumento de emissões de gases que contribuem para o aquecimento global. Apresentou a seguir a contribuição da Fapesp para a pesquisa em bioenergia, ressaltando os avanços do Programa Fapesp de Pesquisa em Bioenergia (Bioen), o que ficou claro para qualquer visitante do seminário BBest, ocorrido em Campos de Jordão, em agosto.

O cenário apresentado pelo professor Cortez mostra que desenvolver novos mercados baseados em novas tecnologias, mesmo potencializando uma ampla organização prévia, demanda uma base ampla de conhecimento, da biologia aos estudos socioeconômicos. Uma questão salta aos olhos: apesar de os recursos alocados no Bioen próximos a US$ 10 milhões/ano (2008 a 2012) serem substanciais, seriam suficientes para dar conta da complexidade do programa, que contempla desde ciência básica em genética até pesquisas sobre o desempenho de motores, passando por estudos sobre etanol de 2ª geração? Uma comparação com o projeto do Energy Bioscience Institute sugere que os resultados do Bioen também dependem de boas parcerias e de cooperação internacional, o que vem ocorrendo, principalmente pelo apoio da Fapesp.

A multidisciplinaridade dos temas e dos enfoques sobre a bioenergia foi reforçada pela apresentação do professor Arnaldo Walter, que respondeu à provocação do moderador sobre o modesto papel cumprido até pouco tempo atrás pelo governo federal na área de bionergia. Como resposta, apontou que o governo investiu 35 milhões de euros na montagem do Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Etanol (CTBE), um centro de pesquisa de alto nível com 110 pesquisadores e com capacidade para contar com a “massa crítica” das universidades e centros de pesquisa localizados ao seu redor (USP, incluindo Esalq, Unicamp, Lorena, IAC, IPT, Embrapa).

O mote de sustentabilidade guia a orientação dos trabalhos de pesquisa em várias áreas e não somente o conhecimento específico sobre impactos do cultivo da cana no ambiente. Isto coloca a visão estratégica do CTBE na categoria de ações que se voltam para gerar um conjunto de “tecnologias limpas” – dentro do possível e do aceitável, como diz o economista René Kemp, do Merit, na Holanda – ao invés de buscar soluções mitigadoras, aplicáveis no final do processo (poluidor).

Isto não significa desprezar a busca de ganhos de produtividade, do melhor aproveitamento dos recursos por litro de etanol obtido: as agendas de pesquisa são paralelas, mas se encontram nos resultados: um melhor aproveitamento da matéria-prima, via hidrólise, viabiliza a cana-de-açúcar como matéria-prima do bioenegócio mais importante do Brasil, reduzindo seu impacto sobre a produção de alimentos. A pesquisa com uma nova colheitadeira torna ainda mais viável a política ambiental de eliminar a prática da queima da cana para fins de colheita, além de estabelecer o nexo entre pesquisa pública e empresas inovadoras.

Em resumo, a apresentação do professor Arnaldo Walter revelou que a estratégia do CTBE é ao mesmo tempo clara e complexa. Opera realisticamente no campo da primeira e segunda gerações, buscando resultados em paralelo e também atua na viabilização das atividades agrícolas com foco na criação de meios e critérios para a implementação progressiva de etanol e outros produtos capazes de apresentar a condição de “produtos sustentáveis”. A clara definição das estratégias viabiliza a formação de parcerias com organizações internacionais e com os avanços realizados – principalmente no campo da pesquisa básica – pelos projetos da Fapesp. A articulação dos objetivos no tempo se dá pela ideia de que existe um conhecimento científico e tecnológico capaz de operar a transição da produção agrícola de cana para o bionegócio em energia.

O professor David, em seu blog (http://blogs.berkeley.edu), comenta que os brasileiros são orgulhosos de seu projeto bioenergético, ao mesmo tempo que em outro comentário, aponta que somos francos (ao ponto da ingenuidade) de admitir (como o assessor de Clinton) que o problema da difusão tecnológica depende “da economia, estúpido”. O Brasil, ainda que com muito menos intensidade, também procura tornar o carro flex mais eficiente, só que isto não anula o fato de que a competição dos velhos e novos usos da matéria-prima cana-de-açúcar com o uso como combustível líquido é crescente e que qualquer estratégia em bioenergia passa pela viabilidade do carro-chefe (sem trocadilhos) do consumo da energia verde. Gastos em P&D implicam riscos, mas quanto mais integradas as ações em C&T&I (menos modular) maior a necessidade de atenção com os pontos críticos, aqueles que podem colocar tudo a perder.

Na década de 80, no início do Núcleo de Economia Agrícola da Unicamp, praticamente descartava-se a importância da terra como ativo para a produção agrícola: das fazendas à biotecnologia passava-se da questão agrária para o mundo admirável da intensificação dos fatores produtivos na agricultura, na forma de máquinas e insumos. A lusitana roda e o mundo gira, como falava o bardo: o tema central tanto da apresentação da professora Madhu Khanna quanto do professor Hilton Silveira é o uso adequado da terra e de como as trajetórias tecnológicas da agricultura passaram a depender da capacidade de utilizar a alta ciência (dos equipamentos de medição aos modelos bioeconômicos simulados) para o melhor uso desse fator escasso.

A professora Madhu, na lógica schumpeteriana, mostra o chamado “porrete”: o preço da falta de coordenação entre agentes produtivos no Brasil é o de perderem competitividade para tecnologias de 2ª e 3ª gerações que não dependem integralmente do uso da terra. Na suposta pátria do liberalismo econômico, energia e agricultura são estratégicos e isto significa utilizar de um conjunto combinado de políticas produtivas e ambientais, como obrigar a utilização de biocombustíveis (como também faz o Brasil) e impor taxas sobre emissão de gases que contribuem para o aquecimento global. Sem contar na extensão do prazo para subsidiar o etanol de milho, ineficiente em seu início, hoje quase competitivo com outras fontes de matérias-primas.

O professor Hilton apontou em sua apresentação que o incentivo, o bônus dado pela natureza do ciclo da fotossíntese da cana ser C4, CO2 amigável, em parte atenuaria o possível impacto do aquecimento global, fenômeno que recolocaria os países centrais (EUA, Canadá, Europa Central), como protagonistas da cena agrícola do futuro. O problema é fazer uma transição adequada. Agroindústria implica investimentos produtivos que em parte não podem ser deslocados: uma vez que a cana invada uma certa região produtora de alimentos, o custo da recuperação é alto, independentemente do fato de que seja possível “transportar” uma usina para outro local. A importância do zoneamento agroecológico da cana-de-açúcar e da agricultura de baixo carbono (ou agricultura verde) é tão grande quanto a estratégia de desenvolvimento sustentável da produção sustentável de biocombustíveis e outros produtos do complexo cana, tal como formulada pelo CTBE. A diferença é que o processo de coordenação, no caso do respeito ao zoneamento proposto pelos estudos do professor Hilton e seus colaboradores, é muito mais complexo: ainda se ouve de representantes dos usineiros que “da porteira para dentro decido eu”.

O professor David não só apreciou o esforço do diálogo como contribuiu para divulgar melhor a pesquisa e a produção bionergética do Brasil. Característico de quem tem segurança na própria visão e nos trabalhos de pesquisa que coordenou, o professor David expande a teoria da difusão tecnológica na agricultura. Quando alguém reclama do hiato tecnológico entre a pesquisa e o campo, o professor de Berkeley acena com o fato de que o impacto da inovação na agricultura, ao contrário dos campos experimentais, gera efeitos encadeados sobre todo o ciclo produtivo da agricultura. Com base neste argumento, o professor considera injustificáveis as restrições impostas sobre a difusão da biotecnologia por supostos defensores da natureza: inovação tecnológica é parte de um processo amplo de busca de produção sustentável.

José Maria F.J. da Silveira, professor do Instituto de Economia (IE) da Unicamp, atua no Núcleo de Economia Agrícola (NEA) do mesmo instituto e no programa Fapesp de Pesquisa em Bioenergia (Bioen)

Jornal da Unicamp – Universidade Estadual de Campinas / ASCOM – Assessoria de Comunicação e Imprensa
e-mail: imprensa@unicamp.br – Cidade Universitária “Zeferino Vaz” Barão Geraldo – Campinas – SP

 

 

Google Translation:

 

In the last 15 days, the Institute of Economics at Unicamp Bioenergy held a seminar “Alternatives and Impact Assessment in Brazil and the United States.”The seminar was organized to receive Professors David Zilberman, UC Berkeley, and Madhu Khanna, University of Illinois, both deeply involved with some of the most contentious issues of our time: energy alternatives based on the power of photosynthesis – photosynthesis-time real, he talks Eduardo Trigo, renowned Argentine economist – compared with the use of fossil fuels and other alternative energy sources. The two work in the Energy Biosciences Institute (EBI), an institute funded by British Petroleum and located at the two universities, with a budget of $ 500 million for 10 years of research, focusing on 2nd generation from grasses.The idea was to enjoy a visit to establish a frank dialogue with visitors and qualified. To this end, we invited three of the most important teachers in the area and we were happy to have distinct and complementary views, the professors Luiz Cortez, Hilton Silveira and Arnaldo Walter, the three of Unicamp.Cortez Professor, Faculty of Agricultural Engineering (Feagri) and FAPESP, made an overview of the sugar industry, showed data on land use and zoning of the agroclimatic spoke of cane sugar in Brazil, becoming clear that should be easy to overcome the criticism that there is a correspondence between the expansion of bioenergy, and increasing emissions of gases that contribute to global warming. Then presented the contribution of FAPESP for bioenergy research, highlighting advances FAPESP Program for Research on Bioenergy (Bioen), which was clear to any visitor BBest the seminar, held in Campos de Jordao, in August.The scenario presented by Professor Cortez shows that developing new markets based on new technologies, even leveraging a broad prior organization, requires a broad base of knowledge, from biology to socioeconomic studies. One question leaps out: despite the resources allocated in Bioen close to U.S. $ 10 million / year (2008 to 2012) are substantial, would be sufficient to account for the complexity of the program, which covers from basic science research in genetics to the engine performance, through studies on 2nd generation ethanol? A comparison with the design of the Energy Bioscience Institute suggests that the results of Bioen also depend on good partnerships and international cooperation that is taking place, especially for the support of FAPESP.The multidisciplinarity of themes and approaches to bioenergy was reinforced by the presentation of Professor Arnaldo Walter, who responded to the provocation of the moderator on the modest role played until recently by the federal government in the area of ​​bioenergy. In response, pointed out that the government invested 35 million euros in the assembly of the National Laboratory of Science and Technology for Ethanol (CTBE), a research center with 110 high-level researchers and able to count on the “critical mass” of universities and research centers located around (USP, including Esalq, Unicamp, Lorraine, IAC, SPI, Embrapa).The theme of sustainability guides the direction of the research in several areas, not just specific knowledge about impacts of sugarcane cultivation in the environment. This puts the strategic vision of the category of actions CTBE who turn to generate a set of “clean technologies” – as much as possible and acceptable, as the economist Rene Kemp of Merit in the Netherlands – instead of seeking solutions for mitigating applicable at the end of the process (polluter).

This need not undermine the search for productivity gains, better utilization of the resources obtained per liter of ethanol, research agendas are parallel, but are the results: a better use of raw materials via hydrolysis, enables the cane sugar cane as raw material bioenegócio the most important in Brazil, reducing its impact on food production. Research on a new harvester makes it even more viable environmental policy to eliminate the practice of burning sugar cane for harvest, and to establish the nexus between public research and innovative companies.

In summary, the presentation of Professor Arnaldo Walter revealed that the strategy of CTBE is both clear and complex. Opera realistically in the field of first and second generations, looking for results and also acts in parallel with viable agricultural activities with a focus on asset creation and criteria for the progressive implementation of ethanol and other products capable of presenting the status of “sustainable products”. A clear definition of strategies enables the formation of partnerships with international organizations and with the progress made – especially in the field of basic research – projects by FAPESP. The articulation of the goals on time is given by the idea that there is a scientific and technological knowledge can operate the transition from agricultural production of sugarcane for energy Biobusiness.

Professor David on his blog (http://blogs.berkeley.edu), says that Brazilians are proud of their bio-energy project, while in another review, notes that are frank (to the point of naivety) to admit (as adviser to Clinton) that the problem of technology diffusion depends on “the economy, stupid.” Brazil, though with much less intensity, also seeks to make the car more efficient flex, except that this does not belie the fact that the competition of old and new uses for raw cane sugar for use as liquid fuel is increasing and that any strategy on the viability of bioenergy is the flagship (no pun intended) of the consumption of green energy. Spending on R & D involves risks, but the more integrated the shares in C & T & I (less modular) the need for greater attention to the critical points, those that can knock you out.

In the 80’s, early in the Center of Agricultural Economics at Unicamp, virtually dismissed the importance of land as an asset for agricultural production: farm biotechnology passed from the agrarian to the wonderful world of the intensification of production factors in agriculture, in the form of machinery and inputs. The Lusitanian wheel turns and the world, as the bard spoke: the central theme of the presentation of both teacher and teacher Madhu Khanna Hilton Silveira is the proper use of the land and how the technological trajectories of agriculture came to depend on the ability to utilize high science (measurement equipment bioeconomic simulation models) to the best use of scarce factor.

Professor Madhu on Schumpeterian logic, shows the so-called “stick”: the price of lack of coordination between production agents in Brazil is losing competitiveness for technologies in the 2nd and 3rd generations that do not depend entirely on land use. In the supposed homeland of economic liberalism, energy and agriculture are strategic and that means using a matched set of productive and environmental policies, such as requiring the use of biofuels (as does Brazil) and impose fees on greenhouse gas emissions that contribute to the global warming. Not to mention the extension of the deadline to subsidize ethanol from corn, inefficient in its infancy, now nearly competitive with other sources of raw materials.

Professor Hilton pointed out in his presentation that the incentive, the bonus given by the nature of the photosynthesis cycle of sugarcane to be C4, CO2 friendly, partly offsetting the possible impact of global warming, a phenomenon that returned the core countries (USA, Canada, Europe Central) as protagonists of the scene’s agricultural future. The problem is to make a smooth transition. Agribusiness investment in production implies that in part can not be moved, since the sugar cane producing region invades a certain food, the cost of recovery is high, regardless of whether it is possible to “carry” one plant to another location. The importance of agro-ecological zoning of cane sugar and low-carbon farming (agriculture or green) is as large as the sustainable development strategy of sustainable production of biofuels and other products of the sugarcane complex, as formulated by CTBE. The difference is that the coordination process in the case with respect to zoning proposed by the studies of Professor Hilton and colleagues is much more complex: even hear from representatives from the mills that “inside the gate I decide.”

Professor David not only appreciated the efforts of dialogue and contributed to better disseminate research and production bioenergetic Brazil. Characteristic of those who have security in their own vision and coordinated research papers, Professor David expands the theory of technology diffusion in agriculture. When someone complains about the technological gap between research and field, the Berkeley professor nods to the fact that the impact of innovation in agriculture, unlike the experimental fields, generates chained effects on the entire production cycle of agriculture. Based on this argument, the teacher considers unjustified restrictions on the diffusion of biotechnology supposed defenders of nature: technological innovation is part of a broader process of searching for sustainable production.

 

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